Como funciona o processo de patente de um produto?

Como funciona o processo de patente de um produto?

Inovar é preciso, mas proteger sua invenção é ainda mais… O processo de patente de um produto pode se estender por mais de uma década. Assim, é essencial não apenas consumir, mas também valorizar e dar o devido reconhecimento a empresas e pessoas físicas que, por meio de suas invenções, impulsionam a inovação.

Continue a leitura para compreender como funciona o processo de patenteamento de um produto.

O processo de patente

Segundo a Lei nº 9.279, que regula sobre a propriedade industrial, um produto será considerado novo se não integrar o estado da técnica, ou seja, se nunca esteve acessível ao público antes da data de depósito do pedido de patente. Conforme definido por esta Lei, uma invenção só pode ser patenteada se for nova, tiver aplicação industrial e apresentar atividade inventiva, ou seja, se trouxer uma solução técnica diferente daquelas já conhecidas.

O primeiro passo no processo de patente é a busca de anterioridade. Essa etapa serve para descobrir se já existem produtos ou processos similares registrados ou em fase de registro, tanto no Brasil quanto em outros países. Nesta pesquisa, também é necessário identificar se há elementos suficientes que comprovem a originalidade da sua invenção. Realizar essa pesquisa requer domínio técnico e conhecimento do mercado, já que qualquer similaridade pode comprometer a concessão da patente.

Após essa verificação, é hora de preparar o pedido de patente. Este processo exige a elaboração de um relatório técnico detalhado que descreva claramente a invenção, suas funcionalidades e diferenciais. Também é necessário incluir um resumo da inovação, desenhos técnicos e o comprovante de pagamento da taxa exigida pelo INPI, o Instituto Nacional de Propriedade Intelectual. Este é o órgão brasileiro que recebe e aprova patentes, além de registrar marcas, indicações geográficas, desenhos industriais e programas de computador.

Com todos os documentos reunidos, o pedido é submetido ao INPI, que realiza um exame preliminar para verificar a conformidade formal do processo. Caso aprovado, o pedido recebe um número de protocolo e entra em uma fase de sigilo por até 18 meses. 

Depois desse período, inicia-se o exame técnico de concessão de patente. Se a análise concluir que a invenção atende aos requisitos legais, a patente é concedida mediante o pagamento da retribuição correspondente e passa a ser publicada oficialmente. No entanto, este processo é moroso, podendo levar de seis a oito anos e, em alguns casos, mais de uma década.

Leia também: Por que um produto patenteado é mais seguro?

Restart Brasil: 16 anos de inovação

Na Restart Brasil, o desenvolvimento de produtos originais é um processo meticuloso, voltado para atender às necessidades dos eletricistas que operam em linhas energizadas. À frente, há uma equipe formada por profissionais com experiência em instalação e manutenção de linhas energizadas, bem como por engenheiros e técnicos que conduzem estudos aprofundados sobre cada produto. Para completar, a análise de inteligência de negócios é conduzida por especialistas para determinar a viabilidade comercial e o retorno de cada inovação.

O processo de desenvolvimento de um produto é impulsionado pela escuta ativa de quem atua em linhas vivas. A Restart Brasil mantém uma forte colaboração com a ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), a CPFL Energia e pesquisadores da Unicamp, parcerias que impulsionam a pesquisa e o desenvolvimento de cada inovação.

Além de registrar suas inovações no INPI, a Restart Brasil realiza testes rigorosos conforme as normas da ABNT e também com concessionárias que asseguram a qualidade técnica e aderência às exigências do setor, como a ANEEL.

Resafe, o aplicador de conector cunha que está revolucionando o mercado de energia elétrica

Um exemplo notável na prática, é o Resafe, também conhecido como Aplicador de Conector Cunha Para Chave de Impacto. Antes do seu lançamento, a aplicação desses conectores do tipo cunha só era possível por meio de cartuchos explosivos, um método que envolvia riscos significativos. Com o Resafe, a operação se tornou mais segura, ágil e eficiente.

De acordo com Lukas Giaccobo, Coordenador de Projetos da Restart Brasil, o Resafe foi projetado juntamente com as principais concessionárias do Brasil e também da América do Sul através de muitos estudos e testes realizados em campo e laboratório, tudo para garantir a máxima eficiência.

Desde o primeiro momento da comercialização do Resafe, estamos fazendo melhorias no equipamento para atender da melhor forma possível o mercado e, principalmente, o setor elétrico.
Lukas, gerente de projetos
Lukas Giaccobo
Coordenador de Projetos

Invista em produtos patenteados, invista em segurança

Investir em produtos patenteados significa optar por segurança, confiabilidade e conformidade legal. É uma decisão estratégica que protege o seu time, evita riscos trabalhistas e garante alta performance nas operações. Produtos sem patente ou falsificados não apenas comprometem a integridade técnica como também colocam vidas em risco.

Se a sua empresa prioriza segurança, eficiência e conformidade legal, investir em produtos patenteados é uma escolha essencial. Entre em contato com a Restart Brasil e conheça as nossas soluções para você e seu time de profissionais.

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